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O meu objectivo, é escrever breves textos, sobre os assuntos que eu considere de interesse nos mais diversos âmbitos, e que prendam a atenção do seu olhar!

Terça-feira, 14 de Outubro de 2008
Deitando um cavalo à margem

Vai, mísero cavalo lazarento
Pastar longas campinas livremente;
Não percas tempo, enquanto tu consente
De magros cães faminto ajuntamento:

Esta sela, teu único ornamento,
Para sinal de minha dor veemente,
De torto prego ficará pendente,
Despojo inútil do inconstante vento

Morre em paz; que, em havendo algum dinheiro,
Hei-de mandar, em honra de teu nome,
Abrir em negra terra este letreiro:

— "Aqui, piedoso entulho os ossos come
Do mais fiel, mais rápido sendeiro,
Que fora eterno a não morrer de fome"

                                                                    Nicolau Tolentino

 



publicado por umbreveolhar às 22:50
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