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O meu objectivo, é escrever breves textos, sobre os assuntos que eu considere de interesse nos mais diversos âmbitos, e que prendam a atenção do seu olhar!
Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Sinto-me muito triste - Faleceu a Minha Querida Mãe

Quem me lê habitualmente e que felizmente são muitos Amigos e Amigas, sabem bem que os meus textos são por norma positivos e quase sempre com uma pitadinha de humor que reflecte a minha forma de estar na vida.

 

Porém, desta vez sinto-me invadido pela tristeza e por isso impele-me a falar do falecimento da minha Mãe que ocorreu esta semana, tendo ído para a sua " última casa" ontem no cemitério da Atouguia em Guimarães, onde no jazigo já a esperava o meu Pai desde o da 5 de Fevereiro de 2007 e outros Familiares que também lá estão.

 

A minha Mãe deu entrada no Hospital de Guimarães  uns dias antes do Natal, tendo lá passado essa  Quadra Festiva, e o Ano Novo até à madrugada de Terça Feira, onde não resistiu a uma delicada operação, apesar do meu optimismo que a operação corresse bem.

 

No Natal e Ano Novo comuniquei com muitos Amigos e Amigas desejando Boas Festas e vice-versa, nunca demonstrando a alguém a dor que me ía na Alma, pelo facto da minha Mãe estar hospitalizada, pois entendi que devia ser esse  o meu procedimento. Além do mais tinha a esperança que a qualquer momento tivesse alta hospitalar, o que infelizmente não veio a acontecer.

 

Ontem um dos Senhores Padres disse na Missa de Corpo Presente que os meus Pais  deixavam um legado muito rico por causa da Família numerosa que constituíram, pois são 10 filhos, muitos netos, bisnetos, sobrinhos, noras, genros e cunhados.

 

Ouvi com atenção aquela homilia, mas apesar desse legado que deixaram, eu sinto-me mais pobre porque já não tenho o Pai e Mãe entre nós.

 

Desculpem, mas tive que desabafar, pois estou a passar um momento particularmente dífícil de dor que a perda dos entes queridos nos causam.

  



publicado por umbreveolhar às 14:42
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De Fisga a 9 de Janeiro de 2009 às 12:41
Olá Amigo: Lamento imenso, o momento porque estás a passar. Infelizmente para nós dois sei muito bem do que estás a falar, pois já passei pelo mesmo, por isso sei bem dar o valor à tua dor. De uma forma geral e em particular do ponto de vista de cada um de nós, a vida não é justa. Mas também sabemos que ela tem as suas regras e leis, e que elas são imparáveis e irreversíveis. Por isso o melhor que tens a fazer, é chorar até não te apetecer chorar mais, assim fazes mais depressa um luto que se quer seja célere, Não te envergonhes de chorar o teu ente querido. Um Braço e força para vencer esta hora que é difícil. Eduardo.


De umbreveolhar a 9 de Janeiro de 2009 às 16:20
Estou muito reconhecido pelas tuas palavras amigas e reconfortantes perante o infortúnio que se abateu sobre mim.
Não sabia que também já não tinhas Pais, aqui deixo também a minha solidariedade para ti. Sei o quanto eles nos fazem falta.
Como é lindo ter Amigos e Amigas que na Hora em que precisamos de apoio psicológico, estão presentes com palavras de alento que são tão agradáveis e úteis.
Um grande abraço do Amigo,
Carlos Alberto Borges


De Fisga a 9 de Janeiro de 2009 às 19:07
Olá amigo Carlos Alberto Jorge. Antes do mais agradeço a tua solidariedade. A tua noticia tocou-me, porque te entendi muito bem, e sei o quanto é bom sentir alguém do nosso lado, nestas horas de dor. E sabia que te ia dar algum conforto, por isso o fiz. E não para que me agradeças. Um grande abraço e força sabes que a vida não para e nós temos que a acompanhar. Eduardo Gonçalves.


De umbreveolhar a 10 de Janeiro de 2009 às 01:00
É nas alturas difíceis da vida que os Amigos mostram o que valem. Muito obrigado.
O meu bom amigo é o paradigma do que acabo de dizer e por isso estou-lhe muito grato e reitero a minha solidariedade, pois sabe também a falta que fazem os Pais.
Que este ano traga a realização dos teu sonhos e um bom fim de semana,
O Amigo,
Carlos Alberto Borges


De Fisga a 19 de Janeiro de 2009 às 19:20
Olá amigo Carlos. Eu que o diga. Se os pais só morressem quando os filhos estivessem de acordo, ainda morriam alguns mas nunca seriam muitos, mas não está na nossa mão essa decisão. Há uma perda que eu ainda não sei dar o valor, mas calculo que também deve ser muito cruel, que é um pai perder um filho. Um grande abraço Amigo Carlos. Eduardo.


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