O meu objectivo, é escrever breves textos, sobre os assuntos que eu considere de interesse nos mais diversos âmbitos, e que prendam a atenção do seu olhar!
Domingo, 14 de Junho de 2009
A Gaivota

Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Alexandre O`Neill
De
rosafogo a 15 de Junho de 2009 às 00:56
Meu amigo
Não é para me gabar, mas eu canto muito bem esta poesia aqui postada hoje. De quinze em quinze dias nos passeios que faço ás quartas, lá me têm os companheiros a cantar esta, entre outras. Esta é maravilhosa, é lindo também que o Carlos se lembrasse dela.
Eu adoro Alexandre O Neil, a poesia cantada é tão melódica que me entra na alma.
Abraço
Natalia
Olá amiga Natália,
Tenho muito gosto em saber, o quanto, aprecias este poema, o qual é cantado por vários artistas e tu também gostas de o cantar.
Ficio feliz por isso, pois apercebo-me que gostas mesmo muito deste poema!
Cumprimentos,
Carlos Alberto Borges
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